E Se o Destino Tivesse um Algoritmo?
Durante séculos, o ser humano
procurou respostas para uma das perguntas mais antigas da sua existência: O que me espera? Perguntámos às estrelas. Observámos
os ciclos da Lua. Procurámos sinais na natureza, interpretámos sonhos e
lançámos cartas sobre mesas cobertas de veludo. Consultámos oráculos, mapas
astrológicos e símbolos que pareciam guardar uma linguagem antiga, uma espécie
de sussurro entre o visível e o invisível. Sempre existiu em nós essa vontade de
espreitar para além do horizonte. Não necessariamente para saber tudo. Talvez apenas para sentir que não
estamos completamente perdidos. Mas agora vivemos uma mudança
extraordinária. Pela primeira vez na história,
estamos a construir ferramentas capazes de analisar quantidades imensas de
informação sobre as nossas vidas. Os nossos comportamentos, escolhas, hábitos,
relações e padrões podem ser estudados por sistemas cada vez mais sofisticados. A inteligência artificial consegue...